1498 - Vasco da Gama chega à Índia
Ao chegar à terra em Calcutá, na costa do Malabar, o explorador português Vasco da Gama transformou-se no primeiro europeu a chegar à Índia através de uma rota marítima. Vasco da Gama, nascido num ambiente
abastado na corte do Príncipe D. Fernando, aprendeu muito cedo a navegar, pescar e nadar.
Quase não se sabe nada da infância e da adolescência de Vasco da Gama, excepto que se alistou como marinheiro aos 15 anos. Em Julho de 1947, Vasco da Gama zarpou de Lisboa, dobrou o Cabo da Boa Esperança e chegou à costa este da Índia. Com a ajuda de um mercador índio que conheceu lá, atravessou o Oceano Índico.
Não teve uma boa recepção por parte dos mercadores muçulmanos de Calcutá e em 1499 teve que fugir do porto para iniciar o caminho de volta a casa. Em 1502 liderou uma esquadra de barcos a Calcutá para vingar os massacres anteriores de outros exploradores portugueses e o seu êxito foi completo ao subjugar os nativos.
Em 1524, Vasco da Gama foi enviado como vice-rei à Índia, mas ficou doente e morreu em Cochim.
Quase não se sabe nada da infância e da adolescência de Vasco da Gama, excepto que se alistou como marinheiro aos 15 anos. Em Julho de 1947, Vasco da Gama zarpou de Lisboa, dobrou o Cabo da Boa Esperança e chegou à costa este da Índia. Com a ajuda de um mercador índio que conheceu lá, atravessou o Oceano Índico.
Não teve uma boa recepção por parte dos mercadores muçulmanos de Calcutá e em 1499 teve que fugir do porto para iniciar o caminho de volta a casa. Em 1502 liderou uma esquadra de barcos a Calcutá para vingar os massacres anteriores de outros exploradores portugueses e o seu êxito foi completo ao subjugar os nativos.
Em 1524, Vasco da Gama foi enviado como vice-rei à Índia, mas ficou doente e morreu em Cochim.
1940 - Os primeiros prisioneiros chegam ao campo de concentração de Auschwitz
Auschwitz I foi o centro administrativo de todo o complexo. Foi aberto em 20 de maio de 1940, a partir de barracas de tijolo do exército Polaco. Os primeiros prisioneiros do campo foram 728 políticos Polacos de Tarnów. Inicialmente, o campo foi utilizado para internar membros da resistência e intelectuais Polacos, mais tarde foram levados para lá também prisioneiros de guerra da União Soviética, prisioneiros comuns alemães, elementos anti-sociais e homossexuais. No primeiro momento chegaram também prisioneiros judeus. Geralmente o campo abrigava entre treze e dezasseis mil prisioneiros, alcançando a quantidade de vinte mil em 1942.À entrada de Auschwitz I lia-se (e ainda hoje se lê) as palavras: "Arbeit macht frei" (o trabalho liberta). Os prisioneiros do campo saíam para trabalhar durante o dia nas construções do campo, com música de marcha tocada por uma orquestra.
As SS geralmente seleccionavam prisioneiros, chamados kapos, para fiscalizar os restantes. Todos os prisioneiros do campo realizavam trabalhos, excepto nas fábricas de armas, o domingo era reservado para limpeza com duches e não havia trabalho. As severas condições de trabalho unidas à desnutrição e pouca higiene faziam com que a taxa de mortalidade entre os prisioneiros fosse muito elevada. O bloco 11 de Auschwitz I era a prisão dentro da prisão e ali aplicavam-se os castigos. Alguns deles consistiam em prendê-los por vários dias numa cela demasiado pequena para sentar-se. Outros eram executados, pendurados ou deixados a morrer de fome.
Em Setembro de 1941, as SS realizaram no bloco 11 os testes do gás Zyklon B, onde morreram 850 prisioneiros polacos e russos. Os testes foram considerados bem sucedidos e em consequência construíram uma câmara de gás e um crematório. Essa câmara de gás foi utilizada entre 1941 e 1942 para logo ser convertida em refúgio antiaéreo.
A primeira mulher chegou ao campo em 26 de Março de 1942. Entre Abril de 1943 e Maio de 1944 levaram-se a cabo experiências de esterilização em mulheres judias no bloco 10 de Auschwitz I. O objectivo era o desenvolvimento de um método simples que funcionasse com uma injecção para ser utilizado na população Eslava. O doutor Josef Mengele experimentou com gémeos nesse mesmo complexo. Quando um prisioneiro não se recuperava rapidamente, geralmente era executado com uma injecção letal de fenol.
Um bordel foi criado no verão de 1943 por ordens de Himmler. Estava localizado no bloco 24 e era utilizado para premiar os prisioneiros privilegiados. Os guardas seleccionavam prisioneiras para este campo, mas também aceitavam voluntárias atraídas pelas melhores condições alimentares.
Neste campo morreram perto de 70.000 intelectuais polacos e prisioneiros de guerra soviéticos.
Auschwitz-Birkenau é o nome de um grupo de campos de concentração localizados no sul da Polônia, símbolos do Holocausto perpetrado pelo nazismo. A partir de 1940 o governo alemão comandado por Adolf Hitler construiu vários campos de concentração e um campo de extermínio nesta área, então na Polônia ocupada. Houve três campos principais e trinta e nove campos auxiliares.
Os campos localizavam-se no território dos municípios de Auschwitz e Birkenau, versões em língua alemã para os nomes polacos de Oświęcim e Brzezinka, respectivamente. Esta área dista cerca de sessenta quilómetros da cidade de Cracóvia, capital da região da Pequena Polónia.
- Auschwitz I - Campo de concentração original que servia de centro administrativo para todo o complexo. Neste campo morreram perto de 70.000 intelectuais polacos e prisioneiros de guerra soviéticos.

- Auschwitz II (Birkenau) - Era um campo de extermínio onde morreram aproximadamente um milhão de judeus e perto de 19.000 ciganos.
- Auschwitz III (Monowitz) - Foi utilizado como campo de trabalho escravo para a empresa IG Farben.
Era conhecido como Timor Português e foi uma colónia portuguesa até 1975, ano em que se torna independente. No entanto, três dias mais tarde é invadido pela Indonésia, que levou a cabo uma política de repressão.
Timor foi oficialmente considerado pela Organização das Nações Unidas como território português por descolonizar, até 1999. No entanto, a Indonésia classificou o território como a sua 27.ª província, batizada de ‘Timor Timur’.
Desde a ocupação, aquele país levou a cabo uma política de genocídio, que resultou num longo massacre de timorenses, perpetrado em centenas de aldeias, que viriam a ser destruídas pelo exército da Indonésia.
Em outubro de 1989, o Papa João Paulo II visita Timor-Leste, presença que serviu para que os timorenses levassem a cabo diversas manifestações a favor da independência. O regime indonésio reprimiu duramente essas ações.
Até que a 12 de novembro de 1991 o exército indonésio dispara sobre manifestantes que homenageavam um estudante que tinha sido morto pelo regime. A homenagem –que decorria no cemitério de Santa Cruz, em Díli – transforma-se num violento ataque do exército, que mata no local 200 pessoas.
Nos dias posteriores outros manifestantes acabaram por ser detidos. Estes episódios transportaram a causa timorense para o mediatismo de um mundo distraído. E a causa pela independência ganha força.
Além da força, a luta contra a ocupação indonésia conquista reconhecimento mundial, com a atribuição do Prémio Nobel da Paz ao bispo Ximenes Belo e a Ramos Horta, em outubro de 1996.
Em abril de 2001, os timorenses regressam às urnas para escolher o novo líder do país. As eleições consagram Xanana Gusmão como o novo Presidente timorense, até que, a 20 de maio de 2002, Timor-Leste torna-se totalmente independente.
Hoje, assinala-se de novo a luta histórica que levou à criação de um dos países mais jovens do mundo. Recordam-se as vítimas da causa timorense, na sua caminhada rumo à liberdade.
Nasceram:
1944 - Joe Cocker, cantor britânico
1946 - Cher, atriz e cantora norte-americana
1981 - Iker Casillas, futebolista espanhol
1982 - Petr Čech, futebolista checo
1983 - Óscar Cardozo, futebolista paraguaio
Outros feitos:
Dia da Marinha - Portugal











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